Inventário de TI: 4 dicas de como desenvolver um para a sua empresa

Toda empresa, seja pequena, média ou grande, conta com tecnologias, como software e hardware, para a execução das atividades. Ter tudo isso sempre listado de forma correta é importante, e o inventário de TI é a melhor maneira para isso. Assim, será possível prever demandas e ter um bom relacionamento com os fornecedores.

Ao desenvolver um inventário de TI, o gestor terá um controle melhor, poderá antecipar problemas, detectar mau uso dos equipamentos e fazer um correto planejamento estratégico para o setor.

Tudo isso é bastante relevante para as empresas, mas, se você está em dúvida sobre como fazer um inventário de TI eficiente, não se preocupe! Elaboramos 4 dicas que facilitam o processo. Acompanhe!

1. Faça a rotulação de ativos

Para fazer um inventário de TI, o primeiro passo é rotular os ativos. Dessa forma, você pode desenvolver subgrupos em divisões maiores, como hardware, software e usuários.

A ideia é que sejam criadas categorias e subcategorias para que você possa identificar facilmente todos os ativos de cada área. Em uma subcategoria com o rótulo “recursos de rede”, por exemplo, devem estar presentes ativos como cabeamentos e roteadores.

2. Defina um esquema de nomeação

É preciso criar um esquema de nomeação para os seus ativos de TI. Isso é importante porque, provavelmente, a sua empresa tem itens que recebem o mesmo nome. É o caso dos computadores, notebooks, roteadores etc.

Cada um dos itens deve receber uma etiqueta física que contenha uma espécie de número de série, que servirá para identificar quando ele recebeu manutenção preventiva pela última vez, para dar baixa quando o item for descartado, entre outras situações.

3. Liste todos os seus ativos

Depois de ter criado a rotulação dos ativos e definir um esquema de nomeação, é chegado o momento de listar todos os itens de TI que a empresa tem. Para isso, pode ser utilizado um programa de edição de tabelas ou, de preferência, um software que julgar mais apropriado.

Devem ser listadas informações como o número de série, as datas em que as manutenções preventivas foram realizadas, as atualizações necessárias após o fim do ciclo de vida de um software, entre outros dados que considerar importantes.

4. Utilize o inventário na nuvem

Existem programas que possibilitam que seja feito o inventário de TI na nuvem. Eles são os mais indicados para esse tipo de situação, uma vez que o gestor poderá fazer consultar e alterações em qualquer lugar em que estiver, sem a necessidade de ocupar a sede física da empresa.

O inventário em nuvem proporciona ainda a vantagem de ser mais seguro do que uma simples tabela guardada em algum computador da empresa, que pode ser danificado ou simplesmente ter o arquivo excluído.

Seguindo essas dicas, você conseguirá fazer um bom inventário de TI na sua empresa, contribuindo para diversos fatores. Também é recomendado realizar o Software Asset Management (SAM). Trata-se de um processo capaz de reduzir de 5% a 35% os gastos relacionados à TI, de acordo com uma publicação do portal TI Especialistas. Este é um processo mais que necessário para gestão, controle e proteção dos ativos em todo o ciclo de vida do software, garantindo a conformidade no licenciamento.

Gostou deste artigo? Então, continue aprendendo e veja agora como montar uma infraestrutura de TI de sucesso na sua empresa!

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Fonte: softwareone.com/feed

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