Inovar é a palavra de ordem no setor da saúde. Não há dúvida que a onda disruptiva atingiu este setor, e veio para ficar trazendo consigo muitas oportunidades, mas também alguns desafios. E para lidar com estes, nada melhor do que contar com a própria tecnologia para gerenciá-los.

Na atualidade contamos com
softwares bem estruturados, que cumprem com as legislações vigentes, e garantem
a proteção de dados sensíveis.

Outra questão a ser considerada é
a interoperabilidade, ou seja, a capacidade de se comunicar de maneira
transparente com outros sistemas. Além é claro, de ser capacitivo e ter
portabilidade, podendo ser utilizado em qualquer plataforma sem nenhuma
restrição.

Proporcionar facilidades além das
paredes da unidade de saúde também deve ser outra funcionalidade a ser
considerada. Sabemos que todos temos um “tempo curto”, poder resolver sua
agenda utilizando um celular é uma ideia que pode ser vista por toda a parte, e
por que não trazer isso também para a saúde também? Agendar consultas e/ou
retornos, e poder “resolver sua vida” na palma das mãos é sem dúvida algo muito
bom!

Uma das maiores dificuldades
encontradas, ainda é a questão do registro dos clientes. Hoje temos a difusão
de metodologias Lean, que prezam pela utilização somente necessária dos
recursos, e o papel é um deles. Isso traz a urgência em digitalizar os dados do
prontuário. Tarefa árdua, pois apenas uma parte das unidades, em especial os
particulares, tem tido relativo sucesso neste quesito.

Hoje também, devemos prezar pela
experiencia do cliente, que aliás, tornou-se não somente um mero coadjuvante
nos processos de saúde, mas uma peça fundamental neste. Demandando mais do que
apenas o cuidado em si, mas que possa participar ativamente no tratamento, o
que podemos denominar “super usuário”, capaz de debater não somente o que será
feito, mas também o que como será feito. Este deseja saber os resultados de
seus exames diagnósticos, fármacos que podem ser usados em seu tratamento,
próteses e/ou órteses que podem ser utilizadas etc.

Nosso super usuário, também
desejam que seus acompanhantes saibam o que está acontecendo, como exemplo, não
há como simplesmente trancar os acompanhantes em uma sala de espera por 2 ou
mais horas durante uma cirurgia. O que nos faz pensar em algo que possa
monitorar os passos do paciente dentro de uma unidade hospitalar, desde sua
entrada até a alta.

Para aumentar a satisfação e
melhorar ainda mais a experiencia do cliente, é fundamental que não falte nada.
Todos os insumos e medicamentos devem estar em perfeita ordem, isso traz
consigo a responsabilidade de manter todos os estoques muito bem monitorados. O
que nos leva a uma gerência da cadeia de suprimentos. Um software que possa
trabalhar com ferramentas de apoio a decisões também é fundamental, o que
reforça a importância de uma boa interoperabilidade, e ainda ter a
possibilidade de acompanhar isso através de relatórios pontuais gerados pelo
sistema.

Houve também uma mudança quanto
ao conceito de saúde. Não dá mais para continuarmos a enxergá-la como modelo
curativo, onde a demanda é por tratar a doença. Precisamos pensar em um modelo
preventivo, onde trabalharemos com promoção em saúde. Isso implica em pensar
como será o financiamento desde novo sistema. Em outras palavras, receber para
que as pessoas não adoeçam, e sim que se mantenham saudáveis. O que é melhor
também do ponto de vista do cliente, que ganha em qualidade de vida, quanto a
unidade, que se veria menos onerosa, o que poderia impactar em se tornar mais
acessível e abrangente.

Os tempos mudaram, mas estar em
conexão com a sociedade, assim como com as novidades tecnológicas, pode colocar
uma unidade de saúde na vanguarda destes novos tempos.

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Fonte: softwareone.com/feed

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